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09
Ter, Ago

Sesc Digital lança curso EAD de Cinema Brasileiro ministrado por Ismail Xavier

A transição entre os estilos clássico e moderno do cinema brasileiro, na passagem entre os anos 1950 e 1960, é tema do novo EAD da Plataforma Sesc Digital. O curso "Cinema Brasileiro: O Clássico e o Moderno", idealizado e ministrado por Ismail Xavier, da ECA-USP, um dos principais teóricos do cinema brasileiro, traz videoaulas, glossário de termos técnicos, apostila com contextualização e linguagem de fácil entendimento direcionados para todas as pessoas interessadas em cinema. 

A transição entre os estilos clássico e moderno do cinema brasileiro, na passagem entre os anos 1950 e 1960, é tema do novo EAD da Plataforma Sesc Digital. O curso "Cinema Brasileiro: O Clássico e o Moderno", idealizado e ministrado por Ismail Xavier, da ECA-USP, um dos principais teóricos do cinema brasileiro, traz videoaulas, glossário de termos técnicos, apostila com contextualização e linguagem de fácil entendimento direcionados para todas as pessoas interessadas em cinema. 

Em seis videoaulas, de 15 minutos cada, serão analisadas e comparadas cenas de três filmes emblemáticos na história do cinema brasileiro que têm como tema o cangaço: "O Cangaceiro" (1953), de Lima Barreto, uma produção da Companhia Cinematográfica Vera Cruz; "Vidas Secas" (1963), de Nelson Pereira dos Santos; e "Deus e o Diabo na Terra do Sol" (1964), de Glauber Rocha, ambos filmes pertencentes ao movimento do Cinema Novo.

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A linguagem cinematográfica, por meio de suas técnicas e estilos, permite contar, de maneiras diferentes, histórias às vezes muito semelhantes. Em pauta, neste estudo comparativo entre as três produções brasileiras, estarão três aspectos relacionados ao estilo dos filmes que influenciam na narrativa: luz, movimentos de câmera e montagem.

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O novo curso "Cinema Brasileiro: O Clássico e o Moderno" descortina, para o participante, a capacidade que o cinema tem de provocar a identificação ou o estranhamento de quem assiste, de aproximar realidades distintas, criar atmosferas, despertar reflexões ou convocar à ação, ou mesmo ampliar o repertório e a fruição do público como espectadores de qualquer tipo de filme. A escolha de filmes nacionais cria a oportunidade de valorizar a nossa cinematografia e a nossa história, conhecendo e discutindo sobre obras e autores que marcaram uma época e que retrataram diferentes visões do Brasil.

Fonte: Telaviva

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