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Sex, Abr

Matrículas em EAD no ensino superior particular crescem 9,8% no 1º semestre, segundo pesquisa

Notícias EAD

O ensino superior da rede privada sofreu uma queda de 8,9% nas matrículas em cursos presenciais no primeiro semestre de 2021, enquanto a modalidade à distância (EAD) viu a procura subir 9,8% no mesmo período. Os dados são do Mapa do Ensino Superior no Brasil, pelo Instituto Semesp, e refletem uma tendência que se mantém desde 2016 e deve aumentar ainda mais no período pós-pandemia.

O ensino superior da rede privada sofreu uma queda de 8,9% nas matrículas em cursos presenciais no primeiro semestre de 2021, enquanto a modalidade à distância (EAD) viu a procura subir 9,8% no mesmo período. Os dados são do Mapa do Ensino Superior no Brasil, pelo Instituto Semesp, e refletem uma tendência que se mantém desde 2016 e deve aumentar ainda mais no período pós-pandemia.

Entre as mudanças provocadas pela pandemia, está a profunda alteração do sistema educacional, principalmente no ensino superior. Os brasileiros estão mudando mais de empregos e buscando se adaptar ao novo cenário. Pesquisa realizada pela Organização Kaspersky, mostrou que mais da metade (53%) da população brasileira, deseja mudar de emprego devido à pandemia. Um momento para transições de carreira e de modalidade no ensino.

Com mais de 15 anos de experiência em educação e tecnologia, Alfredo Freitas diretor da universidade americana AmbraUniversity, afirma que "Passamos por um momento de profunda alteração no sistema educacional que vai impactar profundamente o mercado de trabalho. O Fórum Econômico Mundial considerou a pandemia uma mudança de paradigmas para faculdades e universidades em todo o mundo e que acelerou a transformação do ensino superior. A projeção é de que as pessoas passem a buscar mais por formação via internet que presencial".

Brasil Conectado

O ensino a distância no Brasil, que foi regulamentado há 14 anos, superou pela primeira vez, a oferta de vagas da educação presencial no país. De acordo com o Censo mais recente da Educação Superior, foram oferecidas 7,1 milhões de vagas virtuais, frente a 6,3 milhões das presenciais. Em dez anos, o crescimento dos ingressantes em EAD foi de 226%, contra 19% da modalidade presencial, o número superou as expectativas para no ano 2020.

"Vale ressaltar que, assim como no presencial, existem cursos de qualidade que entregam uma formação de alto nível para o profissional atuar na complexidade e gera resultados para a sociedade e cursos fracos que entregam apenas um diploma com conhecimento raso, portanto, a pessoa deve pesquisar com atenção e fazer a escolha correta", afirma o especialista Alfredo Freitas.

Dados recentes mostram que já são quase 10 milhões de brasileiros matriculados no ensino a distância. Número de matrículas deve dobrar no pós-pandemia. O impulso na modalidade de ensino via internet no Brasil, expôs o quão útil e eficaz é a metodologia e obrigou o fim imediato do preconceito com o ensino online, afirma Freitas.

"O ensino via internet é uma realidade que deve ganhar um novo impulso no futuro próximo devido a pandemia, então é necessário que o aluno fique atento a esta nova realidade. Pesquisa recente da Organização americana RecruitmentandUniversity mostrou que o crescimento do ensino via internet já era acelerado antes da pandemia. Os EUA figuraram no estudo como líder mundial em educação online, um parâmetro que deverá ser seguido no Brasil", garante Freitas, que com vasta experiência desenvolveu o CAP Method, método de ensino que garante o aprendizado efetivo e aprofundado.

*Alfredo Freitas é pós-graduado em 'Project Management' pela Sheridan College no Canadá, graduado em Engenharia de Controle e Automação e Mestre em Ciências, Automação e Sistemas, pela Universidade de Brasília. O renomado profissional tem mais de 15 anos de experiência em Tecnologia e Educação. É atualmente Diretor de Educação e Tecnologia da Ambra University. A Universidade americana é credenciada e tem cursos reconhecidos pelo Florida Department of Education (Departamento de Educação da Flórida) sob o registro CIE-4001. Além disso, a universidade conta com histórico de revalidação de diplomas no Brasil.